10 Coisas que eu odeio em você

Diretor: Gil Junger
Elenco: Heath Ledger, Julia Stiles, Joseph Gordon-Levitt, Larisa Oleynik, David Krumholtz, Andrew Keegan.
Produção: Andrew Lazar
Roteiro: Karen McCullah Lutz, Kirsten Smith
Fotografia: Mark Irwin
Trilha Sonora: Richard Gibbs
Duração: 97 min.
Ano: 1999
País: EUA

Vai falar que você não passou a sua adolescência inteira cantando essa música e sonhando com o lindo do Heath Ledger.

A peça A Megera Domada, de Shakespeare, é transportada a uma escola contemporânea americana. A adolescente Bianca Stratford (Larisa Oleynik) nunca saiu com um garoto. Motivo: em sua família há uma regra segundo a qual ela só pode namorar depois que sua irmã mais velha arranjar um namorado. Kat (Julia Stiles), sua irmã, é bonita e inteligente, mas não tem traquejo social. Para resolver o problema, Bianca e Joey (Andrew Keegan), um garoto que está paquerando, arranjam um encontro entre Kat e Patrick Verona (Heath Ledger), um rapaz meio estranho e novo na cidade, que pode ser o par perfeito para a garota.

A trilha conta com bandas como Semisonic, Letters To Cleo, The Cardigans e Save Ferris, tudo bem anos 90 americano.Que fez o maior sucesso na epoca entre os adolescentes.

 

 

 

Juno

Em meados de 2008 certeza que você estava cantarolando essa música ” You’re a part time lover and a full time friend,the monkey on you’re back is the latest trend.I don’t see what anyone can see, in anyone else,but you…”

Quem não se lembra do filme mais fofo e indie que já teve???Juno,conta a historia de uma adolescente que engravida e decide entregar o bebe para um casal que não pode ter filhos.

A canção mais marcante é Anyone Else But You do The Moldy Peaches, que é interpretada também por Michael Cera e Ellen Page na última cena do filme

A trilha sonora ficou por conta do produtor Matt Messina,que escolheu bandas como Belle & Sebastian,Buddy Holly,Cat Power,Sonic Youth e The Velvet Underground.

O CD com a trilha sonora de Juno liderou a lista dos 200 discos mais vendidos nos EUA em sua semana de lançamento, coisa que não acontecia com uma trilha sonora de filme desde Titanic em 1998.

As aventuras de Tintin

Ficha técnica

  • Título original: Les aventures de Tintin
  • Autor: Hergé
  • Ano: 1990
  • Trilha: Ray Parker, Jim Morgan e Tom Szczesniak

“As aventuras de Tintin” surgiu originalmente em 1929, como uma série de histórias em quadrinhos. Foi transposta às telinhas em 1958, mas a adaptação mais conhecida é a de 1990 e é dessa produção que eu vou falar.

Tintin é um jovem repórter viajante que por suas andanças investigativas percorre o mundo sempre ao lado de seu companheiro, o pequeno Milu. Ao longo das aventuras muitos personagens aparecem, mas há os que são regulares: além do cão Milu temos o capitão Haddock e os irmãos Dupond e Dupont.

A série sem dúvida marcou uma geração, começando pela trilha de abertura! Digo por mim, que até hoje é minha referência mais forte de trilhas de ação. Ela também é usada no desenho em momentos de ação, perseguição (nesses casos somente a harmonia) e como tema do próprio Tintin.

A trilha é usada como apresentação dos personagens também em outros casos, como os irmãos Dupond e Dupont. Apesar de detetives, desastrados e desajeitados que são, sempre que estão em cena a dupla é acompanhada basicamente por fagote e piano, em notas bem marcadas com sonoridade semelhante à músicas de circo.

Levando em conta que no caso de um desenho animado até as vozes são escolhidas a dedo, a dublagem também entra nos méritos da sonoplastia. Como há muitos personagens rotativos e alguns poucos dos fixos possuem trilha própria, a caracterização e apresentação de cada um é feita também pela dublagem. O boêmio capitão Haddock tem a rouquidão de anos de embriaguez em alto mar; os vilões geralmente possuem vozes mais secas e falas bem moduladas; e o próprio Tintin, com uma voz clara e firme.

Tenho certeza que a série não agrada apenas os pequenos, pois ela (a sua maneira) tem – e realiza- pretensões de ser uma verdadeira peça de ação. Num geral os efeitos de ambientação e dos objetos são realistas, colaborando com a aproximação do desenho a filmes.

Quanto ao enredo dos episódios, a montanha russa que é a narrativa também é acompanhada pela trilha. Assim, o clima de suspense – e fixação do espectador – se mantém com as constantes viradas das situações.

Para os amantes saudosos do tempo em que Tintin tinha seu horário na TV fica a expectativa do filme que deverá sair aqui no Brasil em 2012. A direção fica a cargo de Steven Spielberg e a trilha será de John Williams, que tem no currículo filmes como “Star Wars” e “Indiana Jones”. Só esperar!

Wisky

Ficha Técnica

Título original: Wisky

Direção: Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll

Gênero: Drama

Ano: 2004

Trilha Sonora: Pequena Orquestra Reincidentes

O filme se passa em Montividéu, Uruguai, onde vive Jacobo. Desde que sua mãe morreu ele mantém sua vida solitária, tendo como única atividade cuidar de sua fábrica de meias. Marta trabalha como braço direito dele e logo de cara já percebemos a estranha dependência que há entre os dois. A bizarra tranquilidade é alterada quando o irmão de Jacobo – Herman – que mora no Brasil, resolve ir ao Uruguai para um evento ligado a morte da mãe. Marta aceita se passar por esposa do patrão por alguns dias, tudo isso porque a visita reaviva a rivalidade entre os dois irmãos. O filme se desenrola em alguns poucos dias, nos quais Herman, Marta e Jacobo fazem algumas poucas investidas – somente as que eles se permitem – em reconciliação, vaidade e descontração.

Essa história toda acontece de maneira bem silenciosa, fazendo juz ao silêncio entre os personagens. Em inúmeras cenas, o ambiente fala, grita esse silêncio através de suas máquinas e mecanismos. Justamente por isso, as trilhas e efeitos são muito bem usados hora para reforçar a cena, hora para contrariar. Há um momento em os três estão viajando e entra de maneira muito irônica um rock, pois a trilha faz referência à diversão que eles deveriam estar vivendo e não a monotonia que é mostrada. Há outra cena em que eles estão em um bar com karaokê e uma jovem – e desafinada – garota canta uma música qualquer. A cantoria da menina só confirma o desacerto e desconforto dos três, apontando inclusive a situação para o ridículo.

Após mais de uma hora de filme repleto de frieza e escassez expressiva por parte dos personagens, Jacobo se permite instantes de mínima diversão e descontração. Pega uma boa quantia de dinheiro, joga na roleta e ganha! Nesse momento entra uma trilha basicamente de violoncelos, com acordes longos e erráticos, sem marcação clara de ritmo, casando com a liberdade que o personagem se dá somente aí. O timbre também traz à sonoridade um toque de embriaguez, novamente, de “alegria”, liberdade e uma quase epifania.

Após a volta da viagem, Marta está em um táxi voltando para casa e para a vida real, que a trilha indica como talvez não sendo algo bom, pontuando a reflexão por parte da personagem.

E a trilha toda é tão bem pensada que não se pode nem descartar a que entra junto com os créditos. Com a marcação feita somente com uma caixa, num ritmo semelhante ao que conhecemos como ciranda, e uma melodia densa, a música se arrasta como um anúncio de partida de Marta, que não volta mais ao trabalho.

Anos Incríveis

  Ficha Técnica

Título original: The Wonder Years

Criadores: Neal Marlens e Carol Black

Ano: 1988 à 1993

Trilha Sonora: Stewart Levin e W.G. Snuffy Walden

Elenco: Fred Savage, Dan Lauria, Alley Mills, Olivia d’Abo, Jason Hervey, Danica       McKellar e Josh Saviano

Com seis temporadas, a série “Anos Incríveis” é indiscutivelmente uma das melhores já produzidas. Aqueles que se arrepiam de escutar “With a little help from my friends” na voz rouca de Joe Cocker sabem muito bem do que estou falando. É tema da abertura e já traz seus ares de nostalgia com a apresentação de cenas caseiras de uma típica família norte americana do final dos anos 60 em seus momentos de briga, brincadeiras e confraternização. A família em questão é a de Kevin Arnold, um garoto de 12 que está iniciando o high school e passa todas as vivências que se pode esperar de alguém com essa idade: o primeiro amor, o medo dos pais, as brigas com os irmãos e os fiéis amigos.

Tudo isso é narrado pelo próprio Kevin já adulto, e a frequente discordância entre a fala real do menino e essa voz em off, a transforma numa espécie de consciência não atendida do personagem.

A trilha sonora de “The Wonder Years” é absolutamente impecável, digna de amolecer o coração de qualquer nostálgico. Ela faz juz ao período retratado e compõe de maneira muito delicada o perfil e o humor dos personagens. O amor entre Kevin e Winnie é embalado pelo belo dedilhado de “Winnie Cooper’s theme”; a rebeldia da irmã grita através da guitarra de Jimmy Hendrix com “Foxy Lady” ou qualquer outra de Bob Dylan; o tão comum pesadelo de aparecer só de cueca em frente a sala de aula tem a penumbra de “Riders on the storm” do The Doors. E olha que ainda estou só nos primeiros capítulos, ou seja, a lista é gigantesca e fantástica!

Para a tristeza dos fãs da série, ela não foi lançada em DVD. Motivo? A TRILHA SONORA! Com 115 capítulos a quantidade de músicas usadas foi tamanha que hoje é uma encrenca absurda e infindável conseguir os direitos para a reprodução. Há promessas de que esse box ainda sairá, até lá, matemos a saudade dessa família que fez parte de uma geração ao som de Joe Cocker!

Mamma Mia!

O musical Mamma Mia foi um grande estouro na Broadway e veio para São Paulo mostrar para o púplico brasileiro o porquê de tanto sucesso.

 

A história é sobre uma mãe, uma filha e três possíveis pais para essa filha. Tudo acontece numa pequena ilha grega, local em que a filha vai se casar e, para ter o casamento dos seus sonhos, quer saber quem é seu pai. Segredo esse guardado por sua mãe há 20 anos. Assim, convida três antigos namorados de sua mãe para ajudarem-na a desvendar esse segredo. E todo o enredo acontece por meio dos embalos e emoções transmitidos pelas  23 músicas da banda Abba.

 

Abba foi um grupo sueco de música pop formado em 1972 pelos músicos e compositores Björn Ulvaeus e Benny Andersson, e as vocalistas Agnetha Faltskog e Anni-Frid Lyngstand. Foi o grupo musical de maior sucesso mundial e uma das bandas de maior sucesso comercial da história da música pop, dominando o topo das paradas musicais em todo o mundo de 1972 à 1982. O Abba vendeu mais de 375 milhões de discos em todo o mundo; eram os artistas mais populares da história da música, ficavam atrás apenas dos Beatles, Elvis Presley e Michael Jackson, e mesmo estando inativos desde 1983, vendem cerca de 2 a 3 milhões de discos por ano. Como foi uma banda inesquecível e muito ouvida na época dos nossos pais, muitos de nós curtem a banda nos dias de hoje. Afinal, quem nunca dançou “Dancing Queen” em uma festa de 15 anos ou em um casamento?! E quem nunca saiu por aí com a música “Mamma Mia” na cabeça?! E não houve maneira melhor de prestigiar essa banda do que fazendo o musical Mamma Mia.

A produção nacional tem versões de Cláudio Botelho, 32 atores e orquestra de 10 músicos. No elenco, destaque para Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos, Rachel Ripani e Pati Amoroso. O espetáculo traz movimentos de dança contemporânea dos anos 70, 80 e 90, incluindo disco e hip hop. Fenômeno mundial, o musical já passou por 270 cidades, ainda está em cartaz em onze teatros do mundo (incluindo Londres e Nova York) e já rendeu US $ 2 bilhões de bilheteira.

 

 Dá vontade de assistir de novo! Agora o musical está nas suas últimas semanas e o último dia de apresentação será dia 2 de Outubro. Agora dá uma olhadinha em uma das músicas de mais sucesso do Abba e tema do musical!

Jornal da Manhã (Rádio Jovem Pan)


Quem nunca ouviu a famosa trilha do Jornal da Manhã (Rádio Jovem Pan)?

O Jornal da Manhã foi ao ar pela primeira vez em 1970, desde então vem somando a cada dia que passa mais e mais ouvintes, de sexta a sábado das 6h às 9h30 um dos jornais de maior audiência do rádio entra no ar, apresentando uma cobertura das principais notícias do dia anterior e que serão destaques durante o dia todo, feito com muita qualidade por Franco Neto, Oliveira Junior, Roberto Müller e Antonio Freitas.

Sua clássica música é uma marca registrada do jornal, é um trecho da música sinfonia paulistana de Billy Blanco feita especialmente para a cidade de São Paulo, ela anuncia que está começando mais um dia para os paulistanos retratando o clima de correria das pessoas que fazem parte da maior metrópole da America Latina.

Inúmeras pessoas odeiam escutar essa musica e lembrar a época que acordava cedo para ir para a escola ou para o trabalho, mas por outro lado muitas pessoas fazem questão de ligar o rádio para escutar e reconhecer por ela um novo dia.

Segue a baixo um vídeo com fotos da Cidade de São Paulo ao som da clássica música do Jornal da Manhã.